Return to Turizmus

Turizmus Bijagós szigetein


Bookmark and Share

De facto, o Arquipélago dos Bijagós constitui a oferta turística mais importante da Guiné-Bissau pelo seu grande património natural, histórico e cultural, com cerca de 94 ilhas e ilhéus cuja maioria não se encontra povoada, do ponto de vista ecológico, esta zona insular da Guiné-Bissau se reveste duma importância capital, tendo em conta a riqueza da sua biodiversidade.

O Arquipélago dos Bijagós é composto por ilhas paradisíacas com praias de boa qualidade nas que são julgadas de interesse turístico (Bolama, Bubaque, Rubane, Maio, Caravela, Caraxe, Orango Grande, Orangozinho, Canhabaque, Quéré, Unhocumo, Unhocumozinho, Uno, João Vieira, etc,).

Todas estas ilhas têm uma grande proximidade geográfica entre si, o que se revela um factor de desenvolvimento dum turismo integrado nas mesmas.

O património natural dessas ilhas (praias, fauna e flora) favorece as actividades de turismo de lazer nomeadamente o turismo balnear e a pesca desportiva, sendo o mar e o clima os principais factores de atracção turística na época em que se regista o maior número de chegadas de turistas, ou seja de Novembro a Maio devido as boas condições do clima para a actividade turística neste período do ano.


SONY DSC Bijagos-villager-Guinea-B-007 519696
archipelago_flow Bolama_Ilhas_Bijagos_4 5617005213_f582d94d62_z



bijagos_kereAs principais infra-estruturas de acolhimento se encontram nas ilhas de Bubaque, Rubane, Caravela, Unhocumo, Quéré e Orango Grande cujos proprietários são maioritariamente investidores franceses seguidos dos portugueses, há que destacar também a importância do investimento dos ambientalistas no desenvolvimento do turismo por exemplo em orango Grande onde a Fundação MAVA de Luc Hoffman é proprietária do Orango Parque Hotel, especializado no acolhimento de eco turistas.

Estas infra-estruturas oferecem um serviço de qualidade média aos turistas tendo em conta as dificuldades que enfrentam no que toca aos factores de produção e os problemas ligados à acessibilidade do Arquipélago e à mobilidade entre as ilhas.

Um outro produto atractivo para o turismo no Arquipélago dos Bijagós é sem dúvida os cruzeiros do navio «Africa Queen» com 40 quartos, este navio atrai um número considerável de turistas, mas o seu gerente se tem queixado recentemente das dificuldades dos turista sem obter vistos de entrada para a Guiné-Bissau por falta de representação diplomática e consular nomeadamente na Europa enquanto primeiro mercado emissor.

Esta situação prejudica o turismo guineense, que acusa há muito tempo um déficit enorme em termos de chegadas de turistas por esta razão, não obstante a tendência de aumento da procura turística.